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Circuito do Vale Europeu: 350 km de pedal em lugares maravilhosos! Texto e Fotos by Edu Sousa Olá pessoas! Terminei meu relato sobre a grande pedalada que fiz no Vale Europeu [www.circuitovaleeuropeu.com.br] em Santa Catarina, espero que gostem. Qualquer crítica e sugestão gentileza mandar por e-mail. Aventura realizada no carnaval de 2008, entre os dias 01 e 10 de fevereiro. Sexta e Sábado - São Paulo a Timbó Chegada ao Terminal Tietê com 3 horas de antecedência, dureza esperar tudo isso. Para passar o tempo, só lendo uma revista, assistindo TV e vendo a movimentação frenética do terminal. Houve uma certa estranheza, pois a movimetação do terminal estava tranquila para véspera de carnaval. Sacanagem na hora do embarque, cobraram R$ 5,00 para colocar a bike no bagageiro, quem é federado ou possui carteirinha de algum clube de cicloturismo não paga (estarei fazendo a minha para evitar imprevistos, pois é de graça a carteirinha). No momento do embarque conheci 4 amigos (Fernado, Guga, Natasha e Patrícia) que também estariam fazendo a cicloviagem. A viagem até Timbó foi tranquila, chegamos as 07:10h, verificamos que a rodoviária fica um pouco distante do centro da cidade (1,7 Km), tivemos então que montar as bikes as pressas, mas sem stress. Conversando com o pessoal, informaram que a nova rodoviária fica bem no centro da cidade, já está operacional, porém ainda não sabem o porquê não mudaram. Foi fácil encontrar os hotéis e pousadas, o grupo logo se separou, pois estávamos em pousadas diferentes. Eu e Fernando nos apressamos em deixar a bagagem nos quartos, pois iríamos participar do passeio ciclístico promovido pela prefeitura, onde o prefeito e o vice pedalaram lado-a-lado e, o grande prazer de conhecer pessoalmente o casal Eliana e Rodrigo, conhecemos também a Malí e o soldado Neto (bombeiro e figura carimbada da região. Após o passeio retornamos a pousada para tomar uma ducha e finalmente almoçar. Comida boa e barata, abastecidos, fomos conhecer um pouco da cidade. A infraestrutura é muito boa, ciclovias bem elaboradas, estacionamento p/ bikes, a tão famosa "mão inglesa", algo que não se vê todos os dias. O comércio em geral fecha as 18h, somente o restaurante Thapyoka fica aberto após este horário. A noite houve um pequena confraternização no restaruante Thapyoka, onde conhecemos algumas pessoas(Eugênio, Rodrigo, Sueli, Walter e Fred) que iriam fazer a viagem, conversamos bastante, e já fomos nos entrosando para o dia seguinte, ínício da pedalada. Domingo - Início da pedalada - Timbó a Pomerode Tudo pronto, abastecido com um bom café da manhã e, partimos em direção a Associação Vale das Águas, onde fizemos a inscrição e carimbamos o cartão. Saímos as 08:50h num rítimo leve, o sol já catigava bastante neste horário, no KM 19 paramos numa ponte para nos refrescar numa pequena queda d'água. Prosseguimos e descansamos bastante no 2º PC, pois as subidas que viriam a seguir seriam bem íngremes, degustamos um refri da cidade, a famosa "laranjinha", é bebível, tem gosto de Cebion. Depois de uma torturante subida, uma bem vinda e rápida descida, continuamos pela "rota do Exaimel" até a entrada da cidade de Pomerode. A esquerda tem o portal de Boas Vindas a cidade, seguimos a direita por mais 4km, sentido ao centro, logo chegamos a Pousada Max, fim do 1º dia.A infra da cidade de Pomerode é bem parecida com Timbó, aqui a colônia de imigrantes e totalmente alemã, é perceptível a diferença, é um povo mais fechado, moradores de regiões próximas criticam bastante esse modo de repelir as pessoas fora de seu grupo social. Tudo por aqui é mais caro, convém sempre perguntar para os moradores (de preferência ciclistas), os locais mais baratos para se hospedar e se alimentar. Conhecemos o casal Juliano e Flavia (Curitibanos), onde nos informaram que conseguiram pernoite bem barato na cidade, na casa da Dona Maria, duas casas a direita da Pousada Max, R$ 20,00 com café da manhã - Rua XV de Novembro 181, (47) 3387-0142. Acomodados, banho tomado, fomos dar uma caminhada clássica pela cidade, nos recomendaram ir ao bar Schornstein, onde poderíamos comer e beber alguma coisa típica alemã. Bar muito bacana, porém como dito anteiormente, CARO, a comida não foi das melhores, mas a galera informou que só valeu a pena pela cerveja. O Jorge (Carioca) ficou irado, com o péssimo atendimento prestado à ele, enfurecido, mas ainda com fome, pediu informações para um ciclista de passagem onde poderia comer um "PODRÃO", e logo foi ele ao destino da lanchonete ainda aberta naquele horário. Segunda-feira - 2º dia de pedalada - Pomerode a Indaial Após comer igual a uma "draga" e pegar algumas guloseimas no café da manhã, mais um carimbo e iniciamos o 2ª dia. Saímos as 08:30h, à direita da Pousada, seguimos até o final da avenida, após o semáfaro entramos a esquerda, seguimos pela avenida e entramos a direita no trevo, onde há a placa informando o início do 2º dia. O início deste dia já começa um pouco puxado, com subidas íngremes, porém o grupo está mais entrosado e fomos ganhando altura. Chegamos a parte onde cruzamos a rodovia BR470, seguimos a direita e percorremos um pequeno trecho da rodovia, onde a atravessamos e entramos na rua lateral da Fábrica de Molas Obenal, mais um pequeno trecho e chegamos ao PC para mais um carimbo. Conversando com a galera sobre o roteiro opcional (Morro Azul), informaram que valia muito a pena uma passada por lá, mas que seria bem puxado, eu iria de qualquer maneira e para minha supresa, consegui duas companias, o casal Marcos e Renata. Enquanto o pessoal ainda descansava, partimos em direção ao Morro Azul, fomos acompanhando o grupo de Blumenau (Bike 100 limites) que estavam fazendo o Velotur, durante o caminho fomos conversando com o grupo e tirando dúvidas do roteiro. Chegamos no trecho da planilha onde o indicava o sentido(esquerda) a seguir para o Morro Azul, porém depois de muitas informações vagas, não tinhamos chegado a uma conclusão da direção correta a seguir, pois a planilha estava errada. O Casal Marcos e Renata, desistiram e desceram sentido ao roteiro tradicional, pedalei mais alguns metros e entrei numa residência para pedir informações corretas. Informações anotadas e segui rumo a direção certa, econtrei com o restante do grupo de Blumenau e deixei um recado para o casal Marcos e Renata, que estava seguindo ao Morro Azul na direção correta.No trajeto até o Morro Azul, o início é bem leve, mas depois de 3Km, a coisa vai piorando e a "Piramba" é toturante , e piora ainda mais com o peso dos alforges, o jeito é descer da bike e empurrar. As 14:50h, quase no limite físico chego ao Camping Morro Azul, encostei a bike e logo fui conhecer as suas dependências, local muito bonito, com uma infraestrutura completa, converso com o zelador (Adriano) sobre o local, deixo a bike e subo os últimos 1,5km a pé. No topo, há duas áreas de visualização, a da direita visualiza-se Timbó e redondezas, a da esquerda é a plataforma de vôo livre e visualiza-se Pomerode e cidades próximas até Blumenau. Fiquei um bom tempo apreciando o visual, ao descer fiquei surpreso em encontrar o casa Marcos e Renata, não desistiram, eles deixaram os alforges numa residência e subiram a piramba, uma boa idéia para quem pretende fazer este trecho. A volta foi rápida, boas descidas e um trajeto mais plano facilitaram nossas vidas, chegamos ao centro de Indaial e fomos seguindo as placas do Hotel Fink, as 17:45h finalizamos o dia puxado de hoje. Rodamos pouco pela cidade, mas conforme informações da família Fink, a cidade cresceu bastante e pouco tempo, trazendo alguns problemas já conhecidos das cidades grandes, porém ainda conserva suas culturas regionais e sua história. Se alguém precisar de reparos na bike, a bicicletaria "Pica Paus" é uma boa dica, fica na 3ª a direita, sentido centro, após o hotel. Terça-feira - 3º dia de pedalada - Indaial a Rodeio e Fazenda Campo do Zinco Novamente acordamos cedo e saimos tarde (8:45h), houve até um sorteio de lembracinhas do Hotel, hoje o dia será longo e cansativo, pois chegando na cidade de Rodeio, continuaremos até a Fazenda Campo do Zinco, início do 4º dia. No trajeto visitamos algumas pontes antigas, no Km 5 passamos no penúltimo PC do Velotur, roteiro tranquilo em região urbana. Chegamos ao centro da cidade de Rodeio, mais exatamente na Prefeitura, onde carimbamos o último trecho e concluímos o Velotur e, infelizmente nos despedimos da galera (Fernando, Juliano, Flavia e Cia) que faria somente o Velotur. Seguimos viagem para adiantar o 4º dia e conseguir chegar na Pousada Campo do Zinco, mas antes fomos conhecer a cachoeira localizada dentro do Hotel Paradiso, vale a pena a visita. O Hotel fica a 700 metros do ínicio oficial do 4º dia e 1km da Vinícola, onde pode-se degustar e comprar maravilhosos vinhos e champagnes. Este trecho é mais um daqueles bem torturantes, são 12km de subidas íngremes desde o início, começamos a pedalada as 14:50h com o sol castigante.Na metade da 1ª subida conhecemos a Fábrica de Queijo e Vinho, degustamos uma variedade de queijos e compramos um delicioso suco de uva. De volta ao caminho e mais algumas pedaladas chegamos numa linda propriedade, onde nos deparamos com a quantidade enorme de estátuas de Anjos e um Grande Cristo de braços abertos, para onde se olha lá estão elas e, o grande idealizador disso tudo está lá, na varanda de sua casa nos esperando, o Sr. Paulo e a Dona Ana. Conversamos um pouco com o casal, carimbamos nossos cartões e nos despedimos, pois o horário já estava avançado e a subida era longa. Apartir deste ponto me separei do grupo (Guga, Nati, Pati, Carioca, Bob Pai e Bob filho) e segui adiante com o Wilson (biker de Timbó). Fomos conversando durante todo o trajeto até os 2km finais, onde não aguentei o seu rítimo, pois ele estava sem bagagem alguma. Cheguei as 17:50h na entrada da fazenda, reencontro o Wilson caminhando em direção a uma pequena cachoeira, e lá fui eu também tomar uma banho, para variar a água estava congelante, aproveitei também para tirar algumas fotos. Mais 2km e chego na pousada da Família Koprowski (Sr. Egon e Sra. Margarethe), após uma recepção maravilhosa, a Sra. Margarethe informou que a turma será dividida em 3, a 1ª turma ficará na pousada, a 2ª e a 3ª turmas em albergues, que logo foram apelidados de Casa Grande, Senzala 1 e Sanzala 2. Os albergues são cabanas de madeira, mobiliada com móveis rústicos e com toda a infra nescessária. Combinamos o horário do jantar para as 21h, pois parte do grupo chegou em horário avançado, já anoitecendo. No restaurante fomos recepcionados pela Dona Magda e o Sr. Carlos. A Dona Magda é uma mulher incrível, cozinheira de "mão cheia", pessoa simples de aparência humilde, porém impressiona o seu jeito de se comunicar, articulada, de pronúncias claras e objetivas. Após a fartura do jantar, brindamos ao dia de hoje, ao sucesso até o momento deste evento, pois a cada dia de pedalada o grupo está mais entrosado do que nunca, e claro comemoramos o aniverssário do Walter.....rsrsrsrs. Para o dia seguinte combinamos de sair mais tarde, pois o dia seria tranquilo, logo que completamos o trecho mais difícil e seriam somente mais 30km até Dr. Pedrinho, ou como disse o Carioca, "Doctor Little Peter". Quarta-feira - 4º dia de pedalada - Fazenda Campo do Zinco a Dr. Pedrinho Café servido às 09:00h e partimos às 12:50h, logo após o 1º grupo que foi visitar a parte baixa da cachoeria do Zinco. A torturante subida de ontem foram percorridas rapidamente numa gostosa descida, logo chegamos ao roteiro planilhado do dia e, paramos para ver um papel que estava colado na placa oficial do trajeto, era um recado sacaneando o Carioca, obra escrita por G. N. e P. Apesar do percurso ser curto a beleza é enorme, margeando rios e cacheoeiras que a cada curva nos chamavam para um mergulho, cruzamos também com diversos lagartos tomando sol na beira da estrada. Ao chegar na Igreja Enxaimel redobramos a atenção na planilha, pois a partir deste trecho alguns pontos de referências estavam vagos. Chegamos ao trecho urbano e já próximo ao centro da cidade avista-se a Pousada Bella, um belo casarão construído nos moldes europeus que fica localizado na parte alta da cidade. Me juntei ao casal Marcos e Renata para bebemorar o dia de hoje, numa lanchonete na entrada da cidade. Chegando na Pousada fomos recepcionado pelas Sras. Karin e Isabel, onde me informam não ser permitido caminhar nas dependências da pousada de sapatilha, pois o piso é de madeira, no detalhe, muito bem cuidado. A pousada é muito bonita, no 1º andar há uma ampla sacada, onde pode-se avistar a cidade toda. Para os que não conseguem se desligar do mundo online há um PC com internet gratis. Saciado a fome no jantar, batemos um papo e usufruímos bastante da infra da pousada, até lavamos as bikes. Quinta-feira - 5º dia de pedalada - Dr. Pedrinho a Alto Cedros Conseguimos sair mais cedo, mas por questões burocráticas iniciamos o roteiro as 08:30h, fomos sentido a cachoeira "Véu de Noiva". Neste dia tivemos a honra de pedalar conosco uma reporter alemã e mais 3 companheiros Floripa. Rapidamente chegamos na entrada da trilha, empurramos as bikes por um trecho e as deixamos para seguir a pé, ao se aproximar na base da cachoeira podemos ver sua imponência e também sentir a temperatura da água super gelada. Carioca e Geraldo já haviam mergulhado, demorei um pouco para criar coragem, mas lá fui eu dar aquele mergulho suicida. O tempo estava agradável mas mudando com rapidez, quando adentramos a rua lateral da fazenda S.João de Esperança, começou a garoar, protegemos os alforges e seguimos viagem, neste ponto o grupo se dispersou. Redobramos o cuidado com a planilha, pois o local de pernoite é na casa da família Dowe e não no Hotel Parador da Montanha, na planilha este seria o final do roteiro do dia. Nosso pernoite de hoje é na casa da família Dowe, há duas maneiras de se chegar ao destino certo. O 1º pedalando (ao chegar na represa ~Km34,8, há uma placa , por infelicidade mal sinalizada, que deve indicar para entrar a direita cruzando as duas represas, são aproximadamente 6Km de pedal). O 2º de barco (~Km38 há uma placa com informações da família Dowe e um Gongo ao lado, é só tocá-lo e aguardar o Sr. Raulino para atravessar a represa). Tocamos o Gongo, acenamos, e logo veio o Sr.Raulino com o barco, a carga de cada viagem tem no máximo 3 bikes e 4 pessoas, incluindo o piloto do barco. Atravessamos a represa calmamente e logo chegamos ao outro lado, o local é paradisíaco, o grupo foi divido em duas casas, uma de alvenaria e outra de madeira. A casa de madeira, possui uma vista previlegiada da represa. Ao chegar na casa a 1ª ação foi tirar a roupa molhada e suja de barro, limpar os alforges, as capas protetoras e lavar a bike, para depois tomar aquele banho. Às 19:30h foi servido o jantar, muita conversa, risadas, várias "pérolas' do Carioca e comemoramos mais um aniversário do Walter. Sexta-feira - 6º dia de pedalada - Alto Cedros a Palmeiras Café da manhã as 07:15h, tudo arrumado e partimos, metade foi pela estrada e a outra de barco. Nos re-encontramos do outro lado e seguimos ao início oficial do 6º dia. A estrada ainda estava um pouca barrenta, mas logo o sol apareceu e foi melhorando a situação. Combinamos em pedalar num grupo mais compacto, pois havia um trecho do roteiro onde passaríamos próximos de um assentamento do MST. Paramos para pegar algumas pêras, doamos algumas para as vaquinhas que estavam ao lado e segimos viagem. Como o roteiro do dia seria tranquilo, paramos algumas vezes durante a viagem para lanchar e descansar. No Km 30,7 entramos a esquerda para conhecer a cachoeira Formosa, após a porteira continuamos a direita, seguimos mais um trecho e deixamos as bikes, andamos uns 300 metros e logo encontramos a 1ª queda d'água, ficamos um bom tempo por lá, até saber que a 2ª queda (de 32 m) é ainda mais bonita, onde um Quati em alguns cães nos recepcionaram, a Cirlene (Rosinha) e a Renata se divertiram muito com o Quati. Neste período que entramos sentido a cachoeira, já tinhamos sentido falta de um mebro do grupo, o Geraldo, numa pequena reunião extraordinária concluímos que: 1º - ele estava a anos luz à nossa frente, 2º - ele estava próximo, pois queria contemplar a natureza um pouco mais. Ainda estávamos curtindo a 1ª queda d'água, quando subtamente aparece o nosso querido e abduzido amigo Geraldo, todos espantados e preocupados, querendo saber o que tinha acontecido. Resumo da história, ele se perdeu, passou direto no trecho onde deveria entrar a sua direita, retornou a casa da familia Dowe e o Sr.Raulino lhe indicou o caminho correto. Após um banho energizante seguimos para os 10km finais, este trecho é relax total, só descida, numa paisagem magnífica. Então ficou aquela dúvida, solto a mão do freio e vejo o máximo que o odômetro registra ou registro a beleza do lugar enquanto desço freiando. Às 17:30h chegamos na pousada do Faustino, mais uma vez o grupo foi divido, uma parte ficou na pousada oficial e a outra numa casa ao lado (muito bonita, com um visual incrível da represa). Nos acomodamos e lavamos as bikes decentemente, rolou até um shampoo doado pela Rosinha. Às 19:00h jantamos e comemoramos o aniverssário do Geraldo. Sábado - 7º dia de pedalada - Palmeiras a Timbó Café tomado e finalmente consigo sair mais cedo, tudo com intuíto de não pegar sol forte no trecho mais difícil do roteiro (Km 26 ao km 30).O dia será leve, com exceção do trecho mencionado anteriormente. No Km 20,6 a estrada estava interditada por causa de um desmoronamento da encosta, segundo a Sra. Luiza (moradora do local atingido) esta situação permanecia desde 5ª feira (31/01/2008), porém há um desvio seguindo do outro lado do rio. A navegação estava simples e bem sinalizada. Chegando a tão temida subida, engreno a "MegaRanger" e vou embora, na metade dou uma pausa para um banho de cachoeira e reenergizado continuo a tortura, no final dela quase sem fôlego, dou uma parada estratégica num ponto de ônibus. Após muita água e alguns petiscos dou continuidade, passado este trecho o restante do roteiro é bem leve com algumas descidas acentuadas. Rapidamente chego na rodovia e ao centro de Timbó, terminando o dia às 12:00h no restaurante Thapyoka. A galera demorou, mas aguardamos a chegada de todos, após o último carimbo, certificado de coclusão na mão, brindamos o término do circuito. Infelizmente começamos a nos despedir de parte do grupo que volataria para São Paulo logo mais a noite. No domingo após o almoço o restante do grupo partiu também, os últimos a se despedir de Timbó foi a Sueli e eu.Comentários finais Superação, companherismo, espírito de aventura, onde pessoas muito diferentes e desconhecidas, com o único objetivo de pedalar e conhecer um pequeno pedaço de rara beleza em Santa Catarina. Agradeço à todos de coração a oportunidade de conhecê-los neste curto espaço de tempo e, um prazer ainda maior em poder continuar desfrutando disso tudo, nem que seja na própria memória. Grande abraço à todos. Fernando, Juliano, Flavia, Carlos, Renata, Marcos, Guga, Natasha, Patricia, Jorge e namorada, Fred, Jorge (Carioca), Geraldo, Cirlene (Rosinha), Eugénio, Rodrigo(Bob Filho), Rodrigo, Eliana, Sueli, Walter,Luiz (Rauzito), Mali, Eduardo (Argentino), Soldado Neto, Wilson e Dimas. Fotos completas desta Aventura http://www.flickr.com/photos/12493980@N07/sets/72157603899767582 Infos Gerais Total percorrido: 342 Km Passeio Ciclistico em Timbó: 15 Km Morro Azul: 15 Km Total Geral percorrido: 372 Km Gastos totais com passagem de ônibus: R$ 215,00 Gastos totais com hospedagem: R$ 260,00 Gastos totais com alimentação: R$ 120,00 Total Geral: R$ 595,00 ![]() |
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